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História do início da Assembléia de Deus no RS

As atividades da Assembléia de Deus no Estado iniciaram-se no dia 15 de abril de 1924, com o primeiro culto pentecostal na cidade de Porto Alegre. O missionário responsável foi o Pr.Gustavo Nordlund, que juntamente com sua família. chegou ao RS em 2 de fevereiro de 1924.

Na quinta-feira, 21 de novembro de 1946, a família Taranger embarcou em um DC3 no aeroporto do Rio de Janeiro com destino a Porto Alegre, fazendo escala em São Paulo e Curitiba. Quando chegaram a Porto Alegre, foram recebidos pelos missionários Gustavo e Herberto Nordlund e, com muita alegria no coração, Nils e Gustavo viram realizado o desejo manifesto em 1938, na Suécia, quando Nils havia expressado sua chamada para a obra missionária e Gustavo pediu-lhe que, se fosse ao Brasil viesse ajudá-lo no Rio Grande do Sul.

Nesse período, Pr. Herberto havia alugado um sobrado, na rua larga, hoje Santa Cecília, nº 281 e cedeu para Nils morar juntamente com ele e sua família.

Nils começou a participar dos cultos, cantando e tocando seu acordeão e sendo interpretado quando pregava por Gustavo ou Herberto. Logo que chegou a Porto Alegre, Nils procurou aprender a língua portuguesa de forma correta; por isso, contratou uma professora que era nora do pastor Derli Chaves, da igreja Metodista que também foi presidente da Câmara de Vereadores e Prefeito da Capital Gaúcha.

Quando Nils chegou ao Rio Grande do Sul, o irmão Gustavo Nordlund era o responsável pelo trabalho de todo o Estado e fazia visitas periódicas às igrejas. Mas ele havia determinado que o pastor Herberto atenderia a fronteira e o pastor Olavo Nunes atenderia a serra. As primeiras igrejas na fronteira estavam localizadas em Itaqui, São Borja, Uruguaiana, Alegrete, Quaraí e Itacurubi. Na serra eram Passo Fundo, Nonoai, Palmeira das Missões, Boi Preto e Cruz Alta.

A Assembléia de Deus tornou-se grande em toda a parte. As reuniões gerais ocorriam duas vezes por ano, como se fossem Convenções. Os assuntos administrativos eram muito pouco tratados, para que não tirassem o tempo do estudo da Palavra e da Oração. Durante o dia, eram realizados os Estudos Bíblicos, e, à noite, ocorriam os cultos de avivamento. Eram uma semana de festa espiritual e muitos milagres, e maravilhas aconteciam, e Jesus batizava centenas com Espírito Santo, pois os momentos de Oração eram indispensáveis antes de qualquer reunião, e a freqüência era maciça. Essas reuniões eram abertas ao público, mas só eram consagrados ao pastorado, irmãos de tempo integral na obra. A igreja não admitia pastor com atividade paralela ao ministério.

 


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