Escrevendo a Igreja em Corinto Paulo menciona vários tipos de pessoas que pecam contra o corpo e são sexualmente imorais, tais como, “os devassos, os adúlteros, os efeminados e os sodomitas” os quais afirma o apóstolo não herdarão o reino de Deus (1Co 6.10).

Em seguida o texto paulino questiona a igreja acerca do uso indevido do corpo: “Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo?” (1Co 6.15). Por conseguinte, Paulo ensina que o corpo não pertence ao crente e sim a Deus, por isso o corpo não pode ser objeto da imoralidade sexual (1Co 6.18).

O ensino bíblico indica que no ato sexual ocorre a fusão de corpos: “Assim não são mais dois, mas uma só carne” (Mt 19.6). O sexo estabelece um vínculo tão forte entre os corpos que os torna uma só pessoa. Como os nossos corpos são membros de Cristo (1Co 6.15) e templo do Espírito Santo (1Co 3.16); as Escrituras proíbem o uso do corpo para práticas sexuais ilícitas (1Co 6.16).

São condenadas, dentre outras, as relações incestuosas (Lv 18.6-18), o coito com animal (Lv 18.23), o adultério (Êx 20.14) e a homossexualidade (Rm 1.26-27). O corpo não pode servir a promiscuidade: “o corpo não é para a fornicação, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo” (1Co 6.13). Assim, o nosso corpo deve servir para glorificar e não para afrontar a Deus (1Co 6.20).

 A revelação bíblica assevera que a imoralidade sexual é pecado que afronta ao próprio corpo que é templo do Espírito Santo (1Co 6.19). Por esta razão o crente não deve contaminar o corpo, pois é santuário de Deus.

Por fim, exorta-nos o texto bíblico “glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1Co 6.20). Conclui a Escritura que o nosso corpo foi comprado por bom preço, e por esta razão pertence ao Senhor que nele habita e requer do crente salvo que mantenha o templo do Espírito Santo em pureza sexual.

Douglas Roberto de Almeida Baptista

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